sexta-feira, 10 de junho de 2011

Chegando no Pedaço!

Bom, confesso que não sei muito o que escrever neste meu primeiro post para o blog, até confesso ainda que dei uma olhadinha no góógle para buscar uma inspiração e escrever algo que pelo menos possa ser lindo, mas é difícil viu, não sei se isso se dá pelo fator nervosismo ou por preguiça mesmo, talvez os dois, mas enfim, vamos em frente porque...porque...porque temos quer ir em frente e pronto, é isso.


Quando me pediram para fazer a coluna de humor, eu pensei também em comentar algumas situações que vivencio no meu querido dia de trabalho, estudos e lazer, baita lazer, ficar em casa comendo pão e tomando café de noite, mas enfim, eu sou um cara de extrema simplicidade, mas que não gosta de gente soberba, mas o que seria gente soberba Guilherme? Bem, eu vos explico, meus caros leitores, gente soberba, é aquela gente que não tem um pinto pra dá água e anda com pose de miss, aquela coisa, “pisando em ovos”, transparecendo um poder aristocrata que me espanta, Deus do céu, parecendo à rainha de Sabá, quando na verdade, não passam de meras rainhas da Sucata, sem puxar ligações com a novela, que foi tão bem feita, mesmo sendo na época do guaraná com rolha, então, quando eu vejo uma pessoa assim eu tenho que eu comentar com alguém que está ao meu lado, até não deveriam, mas comento, e comento porque eu não consigo me calar com situações assim, e isso até pode ser um defeito, mas enfim, quem não tem defeito ou pecado não sabe o que ta perdendo, e sim, eu sou sarcástico.

Outro pronto bem esquisito que eu costumo observar são as atitudes das pessoas próximas a mim, olha, eu não sou santo, e nem quero ser, mas vamo combinar gente, ignorância tem limite, ignorância apelativa, aquela ignorância de estupidez sabe, não a ignorância de conhecimento, até porque neste caso, eu seria e sou muito ignorante e reconheço isso, mas como diz nosso colega Mauricio, “nós estamos aqui para aprender”, mas aqui aonde? Nas nossas vidas, seja ela pessoal, profissional ou acadêmica, como é nosso caso, acadêmicos de jornalismo, mas não quero entrar neste assunto, porque não cabe a esta pessoa que escreve agora, falar sobre isso, o assunto aqui é humor, mas como está meio extenso eu vou encerrando por aqui, mas semana que vem eu começo de fato a falar humoristicamente. A coluna de hoje foi escrita ao som de clássicos do Audioslave como Like a Stone, I Am Highway, Show Me How to Live, e ao som novo do Linkin Park, Iridescent. #Fuitchau.


Guilherme Parizotto

6 comentários:

Anônimo disse...

Só faltou o humor, na coluna de humor

Anônimo disse...

cade o humor ?

Anônimo disse...

eu tinha uma ideia diferente de humor

Mauricio Lupatini disse...

Os três comentários acima citam a falta de humor no texto acima ... Eu pessoalmente opino de forma diferente... primeiro q o colunista guilherme já previamente prevê em seu texto uma possivel falta de humor e claramente deixa sua simplicidade falar mais alto antevendo essa questao ... em segundo pra fechar o comentario lembro aqui uma frase de uma das musicas da legiao urbana chamada via- lactea que dizia: quiria ser como os outros e rir das desgraças da vida , ou fingir estar sempre bem e ver a LEVEZA DAS coisas com humor ... opiniao propria mas a leveza do texto com os anseios do escritor do blog na busca de algo bem humorado me fez rir em determinados momentos ...

Tatiel disse...

Como conversei ontem com o colunista, o humor escrito é muito mais complicado de ser feito.

maria eduarda disse...

eu achei um pouco de humor, e não é pra pucha saco do meu grande amigo, mas eu consegui perceber o grande truque da ironia. Gui Lindo! ushashau